A reunião foi convocada pelo Tribunal de Justiça a pedido do Sindicato, pois à gestão Alckmin parece não querer dialogar com a categoria, na falta de proposta por parte do governo será aberto processo judicial a fim de garantir o direito de greve dos professores e atender os pedidos da categoria, que pede equiparação do seu salário aos demais salários dos profissionais com nível superior, meta 17 do PNE - Lei nº 13.005.
Lembramos que a greve foi deflagrada após o governador Geraldo Alckmin publicar o decreto 61.132/15 que proíbe reajuste ao funcionalismo público, falta de segurança, salas de aula superlotadas, total falta de infraestrutura, demissão de mais de 30 mil professores, corte de 800 milhões da educação, etc. que já são problemas conhecidos e vivenciados por todos.
Nesta sexta (8), os professores farão uma nova assembleia, às 14h e no vão-livre do Masp, na região central de São Paulo, para definir os próximos passos. A categoria está paralisada há 53 dias.
A Justiça determinou, liminarmente, que o governo não desconte os dias parados dos grevistas. O entendimento é que a Constituição protege o direito à greve.

Continuamos na luta!
ResponderExcluirIsso companheira, não vamos baixar a cabeça para esse governador que não valoriza a educação.
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