quinta-feira, 7 de maio de 2015
Prefeitura de Arujá abre inscrição para processo seletivo.
A partir das 10h do dia 11 de maio de 2015, a Prefeitura de Arujá, São Paulo, recebe as inscrições do novo Concurso Público anunciado pelo município.
São diversas vagas para Professor de Educação Básica Infantil II (10); Professor de Educação Especial - Nível I (8); e para a disciplina de Educação Física (10).
É importante ressaltar que dentro do total de vagas, estão algumas reservadas às pessoas com necessidades especiais.
Quer concorrer? Então efetue sua inscrição até às 16h do dia 12 de junho de 2015, por meio do site da Fundação Vunesp, organizadora do concurso, www.vunesp.com.br
Para conferir o edital completo clique aqui.
Governo de SP diz não a acordo em reunião no Tribunal de Justiça. A Greve Continua!
Em reunião conciliadora realizada na tarde de hoje (07/05) no tribunal de justiça de São Paulo entre o sindicato dos professores do estado (APEOESP) e o governo estadual (Geraldo Alckmin/PSDB) terminou sem que o governo apresenta-se uma proposta para os professores que estão em greve desde o dia 13/03.
A reunião foi convocada pelo Tribunal de Justiça a pedido do Sindicato, pois à gestão Alckmin parece não querer dialogar com a categoria, na falta de proposta por parte do governo será aberto processo judicial a fim de garantir o direito de greve dos professores e atender os pedidos da categoria, que pede equiparação do seu salário aos demais salários dos profissionais com nível superior, meta 17 do PNE - Lei nº 13.005.
Lembramos que a greve foi deflagrada após o governador Geraldo Alckmin publicar o decreto 61.132/15 que proíbe reajuste ao funcionalismo público, falta de segurança, salas de aula superlotadas, total falta de infraestrutura, demissão de mais de 30 mil professores, corte de 800 milhões da educação, etc. que já são problemas conhecidos e vivenciados por todos.
Nesta sexta (8), os professores farão uma nova assembleia, às 14h e no vão-livre do Masp, na região central de São Paulo, para definir os próximos passos. A categoria está paralisada há 53 dias.
A Justiça determinou, liminarmente, que o governo não desconte os dias parados dos grevistas. O entendimento é que a Constituição protege o direito à greve.
A reunião foi convocada pelo Tribunal de Justiça a pedido do Sindicato, pois à gestão Alckmin parece não querer dialogar com a categoria, na falta de proposta por parte do governo será aberto processo judicial a fim de garantir o direito de greve dos professores e atender os pedidos da categoria, que pede equiparação do seu salário aos demais salários dos profissionais com nível superior, meta 17 do PNE - Lei nº 13.005.
Lembramos que a greve foi deflagrada após o governador Geraldo Alckmin publicar o decreto 61.132/15 que proíbe reajuste ao funcionalismo público, falta de segurança, salas de aula superlotadas, total falta de infraestrutura, demissão de mais de 30 mil professores, corte de 800 milhões da educação, etc. que já são problemas conhecidos e vivenciados por todos.
Nesta sexta (8), os professores farão uma nova assembleia, às 14h e no vão-livre do Masp, na região central de São Paulo, para definir os próximos passos. A categoria está paralisada há 53 dias.
A Justiça determinou, liminarmente, que o governo não desconte os dias parados dos grevistas. O entendimento é que a Constituição protege o direito à greve.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Ministério Público dá parecer favorável ao não desconto dos dias parados em ação da APEOESP
O Ministério público estadual manifestou-se favorável à concessão de liminar à APEOESP para que não sejam descontados os dias parados na greve dos professores estaduais. Como já foi amplamente informado, a APEOESP possui duas ações judiciais em tramitação no Tribunal de Justiça de São Paulo visando o não desconto dos dias parados. Um desses processos está em grau
de recurso, com julgamento agendado para o dia 13 de maio – mesmo dia da reunião com o Secretário da Educação.
O outro processo, que ainda se encontra na fase inicial, foi encaminhado pela juíza ao Ministério Público que retornou com paracer favorável (veja em anexo). Agora a juíza encarregada da ação deverá decidir se concede ou não a liminar. Caso a conceda, o Estado terá que estornar os dias descontados e não poderá descontar os demais. Estamos atentos à decisão judicial.
Baseados em parecer do Departamento Jurídico da APEOESP, seguem orientações aos professores e às professoras em greve:
A) Orientações jurídicas sobre o desconto dos dias parados
Todos os professores que sofreram descontos em seus pagamentos em razão da greve, devem preencher o formulário 12 (anexo), para declarar os dados de sua frequência para que sejam estornados os valores descontados. Os dias da greve não devem ser descontados, tendo em vista que o(a) professor(a) está exercendo um direito legal, previsto na Constituição e amparado em acordão do Supremo Tribunal Federal.
B) Aqueles que ainda não comunicaram a suas unidades escolares que estão em greve devem fazê-lo preenchendo e protocolando o formulário anexo (conforme orientações publicadas no boletim APEOESP INFORMA URGENTE 17), independentemente da data em que aderiram ao movimento. Vamos inundar a Secretaria da Fazenda de formulários para que tenham que rever os descontos realizados, pois nossa greve não é ilegal e nos dispomos a repor os conteúdos não ministrados, mediante acordo com o Governo Estadual.
MODELO DE REQUERIMENTO
PARA OS PROFESSORES QUE ADERIREM À GREVE
ILUSTRÍSSIMO SENHOR
DIRETOR DA ESCOLA ESTADUAL
“ _ _ _ _ _ _ _ _ _
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ ”
(Nome)___________________________________________________,
brasileiro(a), (estado civil)_________________, professor(a), portador(a) da
cédula de identidade RG.n.º____________________, inscrito(a) no CPF/MF sob o
n.º_____________________,
r e s i d e n t e e
d o m i c i l i a d o ( a ) à ( R u a , A v e n i d a , Tr a v e s s a , A l a
m e d a e t c ) ___________________________________________, n.º_____,
(complemento)______,
(Bairro)___________________,
(Município)___________________/SP, (CEP)_____________, vem, respeitosamente, à
presença de Vossa Senhoria, no exercício regular do direito previsto no artigo
5º, incisos XXXIII e XXXIV da CF/88 e artigo 239 da Lei 10.261/68, informar que
está exercendo seu regular direito de adesão ao movimento grevista dos professores
da rede, conforme comunicado previamente à Secretaria da Educação por meio do
Sindicato representativo da categoria, motivo da sua ausência ao trabalho a
partir de ___________.
É claro que o
direito dos servidores públicos à greve está assegurado pelos artigos 9º e 37,
VII da Constituição Federal e deverá ser exercido observando-se as disposições
da Lei 7.783/1989, conforme decidiu o Supremo Tribunal Federal no Mandado de
Injunção n.º 712-PA.
Assim, a sua
ausência ao trabalho em razão da participação na greve não pode gerar
penalidades ou mesmo serem admitidas quaisquer formas de constrangimento do
requerente (como a contratação de professor eventual para ministrar as aulas do
peticionário), conforme prevê o artigo 6º, § 2º e parágrafo único do artigo 7º
da Lei 7.783/89, com as modificações introduzidas pelo STF.
Por isso, serve o
presente para comunicar que as ausências ao trabalho se dão em razão da greve e
requerer seja respeitado o exercício desse direito, abstendo-se essa autoridade
da imposição de qualquer constrangimento ou penalidade ao requerente em razão
disso.
Ressalte-se, por
fim, que em hipótese nenhuma poderá a Administração Pública recusar-se a
protocolar a petição, nos termos do artigo 24 da Lei nº 10.177/98.
Termos em que, Pede
e aguarda DEFERIMENTO.
Local
______________________ Data _____/_____/______
_________________________________________
(assinatura)
terça-feira, 5 de maio de 2015
Professores do Paraná aprovam manter greve.
Em assembleia realizada hoje (dia05/05) que reuniu centenas de milhares de professores da rede pública estadual do Paraná (cerca de 20 mil) a greve do magistério foi mantida. Já era de se esperar que os trabalhadores do magistério mantivessem a greve que foi deflagrada semana passada, quando o Governado daquele estado Beto Richa mandou a polícia massacrar aqueles que protestavam contra a mudança na previdência do servidor público estadual paranaense. Vale lembrar que essa é a segunda greve que os professores daquele estado enfrentam esse ano, no primeiro momento era por melhores condições de trabalho, pela manutenção do plano de carreira e até contra o atraso de salário e décimo terceiro salário.
Segundo o secretário-geral da APP (sindicato que representa a categoria) que a greve foi a última opção, pois em todos os momentos o governo se recusou à negociar com os professores "o governo não apresentou proposta nas tentativas de dialogo" acrescenta.
A categoria é contra as mudanças na Paranáprevidência, fundo previdenciário dos servidores públicos paranaenses. O projeto de lei que autoriza as mudanças foi aprovado pelos deputados estaduais e sancionado pelo governador Beto Richa (PSDB) na semana passada.
Na assembleia, o APP (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná) informou que vai tentar anular a sessão na Assembleia Legislativa que aprovou a matéria e estuda entrar com uma ação de inconstitucionalidade contra a lei.
Durante a votação da matéria na Assembleia Legislativa, na última quarta-feira (29), a Polícia Militar reprimiu protesto da categoria, com balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo. Centenas de pessoas ficaram feridas e 14 foram detidas.tos, fotos, artes e vídeos da odiario.com estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização de odiario.com. As regras têm como objetivo proteger o investimento que odiario.com faz na qualidade de seu jornalismo. Para compartilhar este conteúdo, utilize o li
Todo apoio à greve dos professores da rede pública do Estado de São Paulo
Governo do estado de São Paulo corta ponto dos professores grevistas
Alguns dizem que a greve causa
prejuízos para os estudantes. Mas os professores estão lutando justamente
contra a precariedade do ensino de seus alunos.
A greve é uma ação política da classe trabalhadora que tem sempre o grande beneficio de obrigar que pessoas e instituições revelem seus verdadeiros sentimentos e funções, ainda que o façam por meio de novas retóricas
A greve é uma ação política da classe trabalhadora que tem sempre o grande beneficio de obrigar que pessoas e instituições revelem seus verdadeiros sentimentos e funções, ainda que o façam por meio de novas retóricas
Em mais um ataque aos professores que estão não Geraldo Alckmin manda corta o ponto daqueles que fazem enfrentamento ao seu governo e a sua maneira despótica de gerir o estado mais rico da federação,tal medida constitui uma arbitrariedade que atenta contra nossa subsistência e contra o direito constitucional de greve. Desde o dia 13/03 os professores da rede pública inciaram uma jornada por melhores condições de trabalhos, pela redução do números de alunos em sala de aula, por mais investimento na escola publica e é claro pelo cumprimento da meta 17 do PNE- Lei 13005/14 que garante à equiparação do salário do profissional do magistério aos demais profissionais
nais com nível superior.
nais com nível superior.
Antes de tudo, devemos dizer que a greve se iniciou pelo
fato de o governo do PSDB não ter cumprido com sua obrigação Constitucional de
nos conferir a revisão anual de nossos salários e de apresentar uma proposta de
diálogo e negociação. Essa revisão anual dos salários não é algo facultativo
para o Governo-empregador: é a Constituição Federal de 1988, no seu artigo 37,
X, que diz que ao servidor público é “assegurada revisão geral anual, sempre na
mesma data e sem distinção de índice”. Nossa data-base para essa revisão é 1o
de março.
Assim, o governo se coloca na ilegalidade quando não revisa
o nosso salário apresentando um ZERO de reajuste.
Mas além disso, agora ele quer nos negar o direito de greve
mediante várias formas de coerção, impedindo o acesso ao local de trabalho,
substituindo os trabalhadores grevistas e cortando nosso salário.
O direito de greve se inscreve como um direito social
fundamental no nosso ordenamento constitucional. No Capítulo III, artigo 9o, da
Constituição Federal, podemos ler que “é assegurado o direito de greve,
competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre
os interesses que devam por meio dele defender”. Não cabe ao governo dizer se
nossa greve é oportuna ou não.
Entretanto, na falta de uma legislação específica que trate
o direito de greve dos funcionários públicos, a justiça tem aplicado a Lei no
7.783, de 28 de junho de 1989, também para julgar casos referente às greves no
funcionalismo. No seu artigo 6, § 2o, podemos ler que “é vetado às empresas
[leia-se governos] adotar meios para constranger o empregado ao comparecimento
ao trabalho”.
O corte do salário certamente é uma forma de constranger os
professores a comparecerem ao trabalho, frustando assim o exercício do seu
legítimo direito de greve.
Como nos diz o juiz do trabalho Jorge Luis Souto Maior, “a
perda do salário só se justifica em caso de falta não justificada ao trabalho,
e é mais que evidente que a ausência da execução do trabalho, decorrente do
exercício do direito de greve, está justificada pelo próprio exercício do
direito constitucional da greve”.
Legalmente, só poderia haver corte de salário se nossa greve
fosse declarada ilegal. O que não é o caso.
Pelo contrário, em decisão proferida no dia 27/04/2015 pela
juíza Luiza Barros Rozas, do Tribunal de Justiça de São Paulo, referente a um
mandado de segurança coletivo impetrado pela APEOESP, reconhece a existência legal
da greve dos professores estaduais de São Paulo quando acolhe o argumento do
sindicato e afirma, para o caso específico, que “presente, pois, a "fumaça
do bom direito", uma vez que o direito de greve é assegurado
constitucionalmente e encontra previsão legal, abrangendo o direito de
divulgação do movimento e de suas reivindicações”.
Nem a chamada “lei antigreve”, promulgada pela ditadura
civil-militar (1964-1985), propunha o corte do salário dos trabalhadores
grevistas. No seu capítulo V, artigo 20, parágrafo único estava escrito: “A
greve suspende o contrato de trabalho, assegurando aos grevistas o pagamento
dos salários durante o período e o cômputo do tempo de paralisação como de
trabalho efetivo, se deferidas, pelo empregador ou pela justiça do Trabalho, as
reivindicações formuladas pelos empregados, total ou parcialmente”.
Também há pareceres e decisões do Supremo Tribunal Federal
referente ao assunto:
Em 2012, julgando um Agravo de Instrumento (AI 853275)
interposto pela Fundação de Apoio à Escola Técnica, sobre a possibilidade de
desconto nos vencimentos dos servidores públicos dos dias não trabalhados em
virtude de greve, o relator ministro Dias Tóffoli declarou a “ilegalidade do
desconto”, reafirmando a decisão anterior do Tribunal de Justiça do Rio de
Janeiro. Para o TJ-RJ “o desconto do salário do trabalhador grevista representa
a negação do direito à greve, na medida que retira dos servidores seus meios de
subsistência”. O STF reconheceu “repercussão geral” desta decisão, o que
significa que a decisão proveniente dessa análise deve ser aplicada pelas
instâncias inferiores.
Em outra decisão do STF, o ministro Luiz Fux suspendeu uma
outra decisão do TJ-RJ que autorizou o governo do Estado do Rio de Janeiro a
cortar o ponto dos professores estaduais em greve. Para o ministro, a suspensão
do salário “desestimula e desencoraja, ainda que de forma oblíqua, a livre
manifestação do direito de greve pelos servidores, verdadeira garantia
constitucional”.
Segundo a decisão do STF, o corte de ponto dos professores
grevistas tem por objetivo “inviabilizar o exercício dessa liberdade básica do
cidadão, compelindo os integrantes do movimento a voltarem às suas tarefas”, o
que é vedado pelo artigo 6, § 2o da Lei no 7.783.
Numa ação julgada no STF, contra o corte do salário dos
funcionários grevistas do município de Valparaíso – GO (Rcl: 11536 GO, Julgado
em 13/03/2014), a ministra Carmen Lúcia assim se manifestou:
"É pacífico o entendimento de que se cuida de verba
alimentar o vencimento do servidor, tanto quanto que o direito de greve não
pode deixar de ser titularizado também pelos servidores públicos, não havendo
como pretender a legitimidade do corte dos vencimentos sem que se fale em
retaliação, punição, represália ou modo direto de reduzir a um nada o legítimo
direito de greve consagrado na Constituição da República. Reconhecida, na ação
principal, a não abusividade do movimento paredista, defeso [proibido] é o
desconto dos dias paralisados.”
Para a ministra, o movimento grevista derivou da “inércia
contumaz” da prefeitura, que “negava a composição dos interesses e direitos, de
naturezas econômico-jurídicos” dos professores da rede pública municipal.
Segundo seu relatório, “não se pode declarar abusiva uma greve que se arrima
justamente na busca desses direitos negados e interesses desatendidos”. Não se
reconhecendo a abusividade do movimento grevista, segue a ministra, “descabe o
desconto dos dias não trabalhados".
Nossa greve não foi declarada ilegal ou abusiva. É a inércia
do governo em reconhecer e negociar nossa pauta a responsável pelo alongamento
do movimento grevista. Assim, abusiva é a política do senhor Geraldo Alckmin,
que corta nosso salário, atentando, assim, contra nossa subsistência e contra o
exercício do nosso legítimo direito de greve.
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Eu sim estou de luto pela educação. Greve decretada desde o dia 13/03.
Enquanto o governador de Geraldo Alckmin não negociar a greve continua. A proposta feita no dia 23/04 que nos ofereceu ZERO de reajuste foi um ultraje e uma total falta de respeito com os profissionais da educação que aguardavam ansiosamente um número para debaterem com a base. Mas não foi isso que aconteceu, o governo em uma atitude sado nos ofereceu esse número que já foi citado, riu da categoria como se fosse uma hiena. Agora o movimento tende a ergue-se e lutar mais arduamente contra esse governo opressor, que por muita vezes causa inveja a Mussolini. #Nãotemarrego, #Geraldoaculpaésua
- "Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo, então somos companheiros": Che Guevara.
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